Maputo, anteriormente conhecida por Lourenço Marques, é a capital de Moçambique, com uma população de aproximadamente dois milhões de pessoas.
Em 1898, o centro administrativo do país foi transferido da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques e a cidade rapidamente se tornou uma alavanca para o desenvolvimento da actividade comercial e industrial. Sob influência portuguesa, transformou-se numa das mais fascinantes de África, com as suas amplas avenidas e altos edifícios, arvoredo frondoso, atraindo um número considerável de visitantes.
Após a guerra civil que assolou o país, de 1975 a 1992, Maputo -cidade está a recuperar a sua velha glória, ocupando lugar de destaque no rol das capitais do continente oferecendo aos turistas atracções culturais, históricas, entre outras.
Hoje em dia, a urbe é o fulcro económico, cultural e turístico do país, alojando a maior parte dos operadores deste sector, as principais e maiores universidades, assim como os lugares históricos em melhores condições de conservação.
Famosa pelas suas acácias rubras e jacarandás, oferece aos seus visitantes inúmeras opções de diversão, desde o turismo de sol e praia, nas lindas praias das ilhas da Inhaca, dos Portugueses e de Santa Maria, à possibilidade de visita à fauna, no interior, na Reserva Especial de Maputo, onde o turista poderá deleitar-se com a verdadeira essência de África. Para os amantes da natureza, a vila da Namaacha oferece lindas paisagens, com as famosas cascatas e os montes Libombos.
No outro extremo da baía de Maputo, donde se vislumbram no horizonte alguns dos prédios mais altos da cidade, aguarda pelo visitante um relaxante passeio pela marginal da Catembe.
A cultura ocupa também um lugar de destaque, podendo-se encontrar mostras das principais manifestações de todo o país, que englobam o artesanato, a música e a dança. Em Maputo vivem e viveram artistas plásticos de renome internacional como são o Malangatana, chicorro escritores como Mia Couto, José Craveirinha e escultores da estirpe de Alberto Chissano, dentre vários outros.
Em zonas privilegiadas, é possivel testemunhar o encontro de esculturas e pinturas de vários pontos do país, sendo destacar as obras de pau preto da conceituada etnia Maconde de Cabo Delgado, os colares de prata e pulseiras de marfim da Ilha de Moçambique, assim como as famosas pinturas em tecido – batik. Estas exposições – venda, tornaram- se pontos de cruzamento de visitantes provenientes de vários cantos do globo experimentam momentos ímpares de ambiente tropical.